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Lembrei do sonho que eu estava doida para contar. Sonhei apenas com isto: que alguém tinha conseguido transformar madeira em vidro. Não lembro mais detalhes. E no dia seguinte, ou dois dias depois (não consigo precisar), fiz uma prova que continha um texto sobre como os gregos produziam vasos de cerâmica decorados, detalhando o processo químico do trabalho deles... e eis que eles conseguiram criar uma técnica de vitrificação de partículas de madeira cravejadas na cerâmica.
Qual a probabilidade de se sonhar com algo tão sem propósito e se deparar com uma comprovação de que isso é possível dias depois? É, a vida é realmente um mistério.
Antes que eu me esqueça... passei a noite passada inteira sonhando com a CPI dos Correios. Eu ouvia "Vossa Senhoria" e "Vossa Excelência" o tempo todo, e estava uma verdadeira balbúrdia, mas era como se eu estivesse apenas assistindo pela TV. Foi horrível, acordei cansada...
Estou tentando lembrar dos outros sonhos que tive nos últimos dias, mas eu só tenho êxito nas horas mais impróprias, como quando estou na cama prestes a adormecer novamente...
É... eu tive um sonho com o Japapau na noite passada. Estávamos na casa da minha avó lá no interior da Bahia. Namorando no sofá da sala de estar. Ele obviamente não era exatamente quem eu conheci. Tanto que pensei "Nossa, quem diria que voltaríamos a sair, e que ele seria tão doce e romântico...". E ele estava mesmo todo dócil; nem de longe lembrava o pitbull que realmente é -> quando mostra as asinhas, of course. Lembro de termos nos beijado, de passearmos pela cidade, mas nada muito claro a ponto de eu ser capaz de detalhar. Porém, já é de bom tamanho saber que eu sonhei com o Japapau em uma situação tão improvável, né? Eu jamais faria isso. Na época, eu cheguei a gostar dele, confesso, mas eu estava cega. Shame on me!
Para quem não conhece o Japapau, depois eu explico o caso. Mas não hoje. ![]()
Tive muitos sonhos, muitos mesmo, esses dias, mas a maioria deles não vai ser citada por causa dos personagens...
Ontem, em um dos 1001 sonhos que tive, adivinhem quem apareceu? Aquela atriz da Globo, Luiza Thomé. Eu, hein?
Lembrei do sonho que tive anteontem. Pelo menos de um deles: eu estava embarcando em uma espécie de transatlântico misturado com submarino futurista, e era como se fosse um tour por algum parque de diversões. Sei de onde veio a motivação para isso: do início do filme Spacecamp, com Joaquin Phoenix, que havia começado a assistir naquela mesma noite. O único detalhe inexplicável era a presença de Gabriela Duarte no transporte...
Ontem à noite tive um sonho interessante: estava em um apartamento enorme, cheio de cômodos. E quanto mais passeava por ele, mais cômodos descobria. É a segunda vez que sonho que estou morando em um lugar assim. Lá para o meio da "estória", recebi a visita de alguns parentes, inclusive daqueles com quem não tenho mais contato por livre e espontânea vontade.
Em um dado momento, eu e três primos estávamos indo visitar a cobertura, e nos deparamos com a visão belíssima de uma piscina de águas límpidas, azuladas, que refletiam o céu azul. Logo em seguida descemos por um elevador e, naquele ponto, nos encontrávamos no centro de um shopping mall de aparência futurista. Descemos as escadas rolantes, mas elas eram planas, sem degraus, ou seja, eram rampas. E o sonho acabou aí.
O ponto intrigante é que apenas eu tinha a idade atual. Os meus três primos, que são irmãos entre si (Mari vai saber de quem estou falando), eram crianças na faixa dos 6, 7 anos, época em que, diga-se de passagem, ainda éramos muito próximos.
Talvez pelo fato de estar estudando probabilidade, eu tenha sonhado que estava desesperada à procura de um dado para comprar. Cheguei a brigar feio em uma loja porque os vendedores não atendiam os clientes na ordem correta, e eu precisava muito ter o meu dado. Depois de tentar comprá-lo nesse estabelecimento por duas vezes, saí sem rumo e dei de cara com um dadinho preto e branco pendurado em uma barraca de camelô. O vendedor, um negão parecido com o criminoso do sonho da noite anterior, me vendeu a preciosidade por 8 reais. E eu achei barato. Era um dado qualquer, exceto por um pequeno detalhe: ele tinha 8 faces.
E eu não poderia deixar de falar do sonho em que eu tentava dirigir uma caranga vermelha daquelas que nem o ferro velho quer mais. Justo eu, que sou tão boa na direção (quem me conhece, sabe... que não é verdade). Esta motorista que vos fala dirigia na base da tentativa e do erro, tendo provocado duas batidas apenas tentando fazer uma simples curva. O lugar onde o calhambeque estava parado era desconhecido: uma espécie de povoado de duas ou três casas, com uma vendinha bem ao centro, e somente vegetação até onde a vista alcançava.
Na noite passada, tive vários sonhos esquisitos.
Em um deles, um criminoso negão entrou na sala onde eu estava com algumas colegas da época do colégio (e com as quais nem tenho mais contato), e começou a torturar algumas delas. Como ele fazia isso? Dando talhos com uma faca nos pescoços e nos pulsos delas. E ainda puxava as veias e nervos lá de dentro... Parente de Freddy Krueger, talvez?
No final das contas, eu salvei a pele de todos, mas adivinhem como? Levando o negão na conversa. Não me perguntem por quê, mas o papo que puxei foi sobre como eu convivia de igual para igual com porteiros, serventes, empregadas domésticas e demais representantes das classes D e E (e F, de favelados). Ele começou a me olhar diferente, com ares de apaixonado, só porque eu disse que não fazia distinção entre a minha classe e a do povão. Eu mereço... Ah, sim, e ele se retirou da sala espontaneamente após nosso bate-papo.
O sonho seguinte foi patético, mas teve a ver com Harry Potter, então vou contar: eu entrei em uma loja de fantasias e dei de cara com uma bruxa velha medonha. Pois não é que ela não se contentou com esse encontro e me seguiu? Quando dei por mim, estava tentando me esconder entre as folhagens de uma árvore. Mas ela veio atrás, e ainda trouxe o meu namorado junto, enfeitiçado, com quem trepou em várias posições diferentes no galho logo à frente de onde eu estava. Fun, huh?
Tenho dois conselhos para vocês hoje:
1. Baixem o SpywareBlaster e o HiJackthis. Há uns três dias, eu quase precisei reinstalar o Windows no meu PC por causa de um adaware/ spyware de alto nível que se reinstalava no sistema mesmo depois de eu apagar as entradas no registro. Para quem não entende muito disso, basta dizer que o programa maldito não permite que você faça busca nenhuma na Internet, bloqueia o acesso a alguns sites, deixa a inicialização de programas lenta para caramba etc. Eu levei mais de duas horas para me livrar da praga, e graças ao meu laptop: precisei dele para pesquisar antídotos.
2. Se alguém aqui nunca comprou em algum site internacional, tome cuidado: a taxação absurda de 85% que o governo brasileiro impõe sobre produtos importados é de assustar. Eu não tinha me dado conta de que antes era alguém que fazia a compra para mim e enviava como encomenda particular. Desta vez, comprei diretamente da Amazon.com e, para receber o pacote no Correio, acabei tendo de desembolsar R$ 49,45 sobre os 33 dólares que me custaram o DVD do The Phantom of the Opera + postagem! Só valeu a pena porque a) eu estava desesperada para rever o filme, afinal, a sétima vez foi no início de abril, ou seja, faz bastante tempo; b) eu não viveria tranquilamente sabendo que todas as die-hard fans do Phantom já estão com seus DVDs e eu, não; c) no Brasil, só será lançada a versão simples, e eu não iria perder os extras da special edition de jeito nenhum!